Saturday, November 11, 2006

O Conto de Eros

O conto mais belo
Que sou sabedor
É o conto de Eros,
O Deus do Amor

O jovem cupido,
Arauto da paixão
Foi incumbido
De ingrata missão

Afrodite enciumada
Decidiu ordenar:
Uma jovem adorada
Deveria flechar

Então condenaria
Psiquê, o seu nome
Que se apaixonaria
Pelo pior dos homens

E deu tudo errado,
A flecha não saiu
E o menino alado
De amor caiu

Casaram então,
Sem ninguém saber
Com a condição,
Dela nunca lhe ver

Ela não resistiu
E o reconheceu
Quando curiosa viu
A face do Deus

Triste e tremendo,
Eros voou
Psiquê sofrendo,
No rio se jogou

O rio não a queria,
Estava decidido
Ela deveria,
Procurar o marido

Nesta jornada,
Afrodite encontrou
A Deusa irada,
Que então ordenou

Quatro tarefas,
Deveria fazer
E em todas elas,
Sobreviver

Psiquê consagrada
Tudo resolveu
Enquanto Eros Buscava
A ajuda de Zeus

Deus-pai ordenou
Consentindo o enlace
E Psiquê ordenou
Que Deusa virasse

Eros e Psiquê,
Um amor de verdade
Passaram a viver
Na eternidade

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