Burca
Hoje que a noite transpira
E a brisa nos deixou molhados
Venho burlar olhos detetives
E fazer gozar teus medos chicoteados
Por entre as frestas da ignorância
Como quem foge um pouco da morte
Sinto-lhe trêmula, quase escorrendo
Entreolhando meus olhos de fome
E quando toco-lhe o rosto e a carne
Vejo a loucura que a deixa sorrir
Loucura guardada, febril, sufocada
Que revela o amor que exala de ti
E a brisa nos deixou molhados
Venho burlar olhos detetives
E fazer gozar teus medos chicoteados
Por entre as frestas da ignorância
Como quem foge um pouco da morte
Sinto-lhe trêmula, quase escorrendo
Entreolhando meus olhos de fome
E quando toco-lhe o rosto e a carne
Vejo a loucura que a deixa sorrir
Loucura guardada, febril, sufocada
Que revela o amor que exala de ti

5 Comments:
É assim que me abraço
É assim que me evito
Sinto-lhe trêmula, quase escorrendo
Hoje faço amor, amanhã apanho
Me deixaram sem palavras... Arrepio contido, frio... Devastador.
Belas palavras! Belissimas!
Se eu ganhei un fã,você ganhou um admirador.
Li atentamente todo o seu blog,e confesso,o país deveria dar mais atenção a toda esta beleza poética.
Mágnificas estas suas belas plavras.
Um abraço e obrigado pela sua visita.
Olá!
Uau! Gostei imenso!!
Loucuras...loucuras :P
Beijinhos
*********
esse seu poema me da uma nostalgia maravilhosa.
hoje eu to assim
nostalgica da vida
que vai e nao volta
e se volta volta diferente.
adorei seu blog =)
esse seu poema me da uma nostalgia maravilhosa.
hoje eu to assim
nostalgica da vida
que vai e nao volta
e se volta volta diferente.
adorei seu blog =)
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